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Católicas lideram censo de pesquisa entre IES privadas

04/12/2007

As universidades católicas foram as mais bem posicionadas entre das instituições de ensino superior privadas no censo de grupos de pesquisa no Brasil divulgado no último dia 29 pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), realizado no ano passado.

Entre as IES privadas, a PUC de São Paulo aparece na 16ª colocação em número de grupos de pesquisa (veja quadro). A USP (Universidade de São Paulo) é a primeira colocada no ranking, seguida pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

A PUC paulistana se posiciona à frente, inclusive, de instituições federais de renome em pesquisa, como a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), 17ª colocada na lista.

A segunda mais bem colocada neste ranking entre as IES privadas é a PUC-RS (25º). Depois vêm PUC-RJ (29º) e PUC-MG (40º). A Ulbra (Universidade Luterna do Brasil) também se destaca, ao aparecer em 48º. Outros destaques são Unisinos (50º), Unimep (51º), Unioeste (53º) e Mackenzie (55º).

Entre número de pesquisadores com doutorado, a PUC-RJ é a mais bem colocada, em 14º lugar - ao todo, 83,8% de seus pesquisadores são doutores. Índice semelhante ao da USP, por exemplo, com 84,1%.

A PUC-Campinas, apesar de não ser bem posicionada entre grupos de pesquisa, é destaque quando se compara o número de pesquisadores com doutorado. Neste ranking, a instituição do Interior paulista aparece na 17º colocação (78,3%).

Análise

Segundo o CNPq, responderam ao censo mais de 21 mil grupos de pesquisa de 403 instituições, englobando 90.320 pesquisadores e 128.969 estudantes. Estes números representam um importante crescimento em relação à pesquisa anterior, de 2004, quando foram registrados 19 mil grupos e 77 mil pesquisadores.

Entre os pesquisadores registrados, 57,5 mil são doutores, representando 64% do total. São cerca de 10 mil doutores a mais que os registrados no censo de 2004.

Do total de pesquisadores do Censo 2006, 48% são mulheres e 52% homens. Essa relação percentual tem se alterado sempre em favor das mulheres, ou seja, a participação percentual delas vem crescendo em todos os censos. Um crescimento contínuo (em média quase dois pontos percentuais a cada pesquisa) e sólido.

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