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Gestão de TI

Instituições de ensino precisam entender a tecnologia dos jovens

23/08/2007

Alex Sanghikian, da Tempestade Comunicação

A tecnologia atualmente norteia os rumos de nossos jovens na medida em que está presente em todas as esferas da vida social, seja na área de educação, de relacionamento ou trabalho. Sendo assim, as instituições de ensino superior precisam entender esta nova linguagem do aluno e tentarem se adequar a ela.

Pelo menos esta foi a conclusão tirada na 3ª conferência anual Tecnologia para IES Privadas, realizada entre os dias 21 e 22 de agosto, em São Paulo. O evento reuniu uma série de especialistas e acadêmicos, que debateram o futuro das instituições em meio a tantas mudanças tecnológicas.

"É essencial que as instituições hoje em dia compreendam o perfil do aluno, aquele que usa MSN e Orkut. Nesse sentido, é imperativo que o professor entenda essa linguagem e possa se adequar a ela", discursou Paulo Arns, presidente da mantenedora Grupo Bom Jesus, durante a exposição do seu caso "A gestão e o uso inteligente da tecnologia da informação e comunicação, além de estratégias de infra-estrutura tecnológica, reduziram custos e proporcionaram maior agilidade para a instituição."

Na mesma linha, Mauricio Garcia, sócio-diretor da Mgar Consultoria em Gestão e Tecnologia Educacional, apontou para o fato de que é necessária uma adaptação por parte dos professores. "O aluno de hoje não é mais o mesmo de anos atrás, acostumado ao ensino tradicional de professor, classe e lousa negra. Atualmente, o perfil é outro, mais dinâmico e ligado às novas tecnologias. É preciso mudar a cara da instituição e do corpo docente, assim como a maneira que ensinamos os alunos", disse.

Envolvimento geral

Para atingir esse grau de cumplicidade em tecnologia entre IES e aluno, se faz necessário não apenas um investimento financeiro em equipamentos e softwares, mas também uma integração geral entre gestores da universidade e os gerentes de TI. De acordo com os palestrantes, quem está no comando da instituição deve ter atenção especial ao setor de tecnologia, de modo a norteá-la com as visões e objetivos da universidade.

Segundo Paulo Arns, o envolvimento passa também pelo perfil do profissional de TI. "Esse colaborador deixa de ser a pessoa ligada estritamente ao trabalho de TI para se tornar alguém que conhece o negócio do ensino e usa esses conhecimentos em sua função", destacou.

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